Política

Fernando Henrique recebe homenagem em BH – Aécio destaca as reformas estruturantes promovidas pelo ex-presidente

Fonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves

Fernando Henrique Cardoso é homenageado em Belo Horizonte

Para Aécio Neves, as últimas reformas feitas no país ocorreram na gestão de FHC
Ex-presidente recebeu o título de cidadão honorário da capital mineira

O senador Aécio Neves participou, nesta segunda-feira (29/08), em Belo Horizonte, da homenagem prestada ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso pelos ex-ministros e integrantes mineiros do seu governo. Aos 80 anos de idade completados em junho, FHC recebeu também o título de Cidadão Honorário da capital mineira concedido pela Câmara Municipal de Belo Horizonte.

Com a presença do governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia, e de representantes dos setores cultural, empresarial, acadêmico e religioso, a homenagem foi aberta pelo ex-ministro do Esporte e do Turismo do governo Fernando Henrique, Carlos Melles, que discursou em nome de seus ex-companheiros de governo.

O senador Aécio Neves destacou que as reformas estruturantes promovidas no governo FHC, as últimas realizadas no Brasil, como a estabilização financeira e a Lei de Responsabilidade Fiscal, foram fundamentais para o desenvolvimento do país.

“A grande ruptura que se deu no Brasil do atraso, da hiperinflação, para o Brasil do desenvolvimento, da inclusão social, foi exatamente no governo Itamar, com Fernando Henrique ministro da Fazenda, e, depois, no próprio governo Fernando Henrique, com o Plano Real, com a modernização da economia, com a Lei de Responsabilidade Fiscal. Essas são as construções sólidas, estruturais, que foram feitas no Brasil nos últimos 20 anos”, disse o senador.

Também discursaram durante a solenidade, o governador de Minas Gerais Antonio Anastasia; o prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda; o presidente da Câmara de BH, Léo Burguês, e o vereador Pablo César de Souza, autor do requerimento solicitando a entrega do título de Cidadão Honorário da capital mineira ao ex-presidente. Todos eles destacaram a importante contribuição de Fernando Henrique para o desenvolvimento do país.

Participara da homenagem os ex-ministros da Agricultura, Arlindo Porto; da Indústria e Comércio, Dorothea Werneck; da Defesa, Geraldo Quintão; do Meio Ambiente, José Carlos Carvalho; da Ciência e Tecnologia, José Israel Vargas; das Comunicações, Pimenta da Veiga; da Justiça, Paulo Tarso; e da Previdência Social, Roberto Brant. Também compareceram o vice-governador do Estado, Alberto Pinto Coelho, e o presidente da Assembleia Legislativa, Dinis Pinheiro.

Reconhecimento ao estadista
Após a entrega do título de cidadania honorária de Belo Horizonte, Aécio Neves destacou que é um privilégio para os mineiros ter um estadista do porte de Fernando Henrique como conterrâneo.

“A história vai fazer ao presidente Fernando Henrique a justiça que, talvez, as circunstâncias ainda não tenham feito. Do governo do PT para cá, nenhuma outra ruptura foi feita, nenhuma outra grande reforma foi feita. Por isso, ter o presidente Fernando Henrique como nosso conterrâneo, agora, é motivo de enorme orgulho, porque se trata de um grande estadista”, lembrou Aécio, que contou com a participação de diversos ex-colaboradores do ex-presidente durante os oito anos em que governou Minas Gerais.

Reformas urgentes
Aécio Neves lamentou a falta de iniciativa do governo federal para discutir as grandes reformas. De acordo com o senador, o PT demonstra preocupação apenas com seu projeto de poder, ao contrário do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

“Onde está a iniciativa do PT, com toda a sua base de apoio, em torno da reforma política, da reforma tributária, para avançarmos na diminuição da carga tributária, na própria reforma desse paquidérmico Estado brasileiro, ineficiente em muitas áreas? O que tem faltado ao Brasil é um projeto de país. O PT, infelizmente, acomodou-se em torno de um projeto de poder. Ao PT satisfaz a ocupação do aparelhamento da máquina pública em índices esses nunca antes vistos nesse país. Vamos continuar criticando essa forma de agir”, alertou.

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