Aécio CunhaAécio NevesAntonio AnastasiaPolítica

Eleição 2010 em Minas – Críticas de Hélio Costa: só Freud explica

Críticas de Hélio Costa: só Freud explica

O pré-candidato ao Governo de Minas, Hélio Costa, começou mal no papel de crítico das administrações de Aécio Neves e Antonio Anastasia, em afirmações registradas pelo jornal “Hoje em Dia” e pela Rádio CBN (11/05/2010). Além de requentar ataques sem fundamento ao Choque de Gestão, ainda o fez com base em uma análise de Fabrício Oliveira, apresentado como PhD em economia.

Hélio Costa escondeu que Fabrício foi secretário-adjunto da Fazenda no governo Itamar Franco e integrante da equipe que colocou em execução o programa da moratória da dívida de Minas Gerais, uma idéia bastante polêmica.

Como governador, Itamar Franco teve um papel importante em Minas, em particular ao buscar saídas para a dívida do Estado. Hoje, à luz da história, é necessário, entretanto, fazer uma reavaliação dos caminhos então adotados por alguns de seus colaboradores, como Fabrício Oliveira.

Na época, Minas anunciou um calote que, entre outras consequências, deixou o governo estadual sem crédito na praça, provocou o cancelamento de investimentos de empresas já instaladas e afastou novos investidores. Em outras palavras, a moratória não resolveu o problema da dívida, que não foi paga e continuou crescendo; não trouxe equilíbrio às contas do Estado, que permanceram deficitárias; e ainda ajudou a estagnar a economia.

Em resumo: Aécio e Anastasia conseguiram resolver aquilo que Fabrício não foi capaz, isto é, solucionar o problema das finanças de Minas. Daí, a reclamação constante de Fabrício, travestida de crítica econômica, um ressentimento que merece um bom e aconchegante divã de análise para ser curado.

Comente e publique no Facebook

Comentário(s)

No Comment

Leave a reply

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Previous post

Gafe da Dilma: assessoria da pré-candidata do PT diz em nota que ela se confundiu ao falar do uso de armas nucleares pelo Irã

Next post

Baita escorregão: Hélio Costa e a arte de desagradar a muita gente