Aécio CunhaAécio NevesAécio Neves: choque de gestãoPolítica Pública

Aécio Neves em palestra na Firjan ressaltou que a verdadeira ruptura no Brasil ocorreu com implementação do Plano Real

O senhor falou na palestra que o Brasil deve evitar a armadilha de uma campanha publicitária. Qual o temor do PSDB, por exemplo, na comparação dos governos de Fernando Henrique e Lula?

Não é o temor da comparação. Porque seria um tema falso a ser colocado para a população. O importante é a população poder avaliar quem tem melhores condições de avançar a partir daqui.

Fiz hoje um registro, que tenho feito reiteradamente, de que o Brasil não foi descoberto em 2003 e a grande ruptura que houve com o passado se deu com o Plano Real e com o fim da inflação. A partir daí, tivemos um período de continuidade. De governos que se enfrentaram, de partidos que se enfrentaram, mas de continuidade na gestão macroeconômica, até mesmo nos programas sociais. E reconheço que no governo do presidente Lula avançou-se nos programas sociais.

Agora a agenda é outra. A grande discussão das próximas eleições deveria se dar em torno dessa nova agenda. Quem é a favor da reforma política? De que forma a reforma tributária pode, por exemplo, acabar com a guerra fiscal e permitir que as empresas cresçam mais? De que forma podemos caminhar para refundar a federação? O problema de diminuir essa concentração extremamente perversa de recursos hoje na União. Esses são os temas que dizem respeito à vida de cada um dos brasileiros. A comparação, ela é sempre artificial. Até porque quem está disputando a eleição não é o presidente Lula.

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