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Aécio Neves inaugura subestação da Cemig em Betim, unidade amplia oferta de energia e vai atrair novos investimentos

O governador Aécio Neves participou, nesta sexta-feira (22), da inauguração da subestação de energia da Cemig, em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A nova estrutura vai garantir o atendimento a novas demandas de fornecimento de energia elétrica no entorno do município. O Governo do Estado, por meio da Cemig, investiu R$ 27,5 milhões na construção da subestação, com recursos do Programa Cresce Minas e do plano de expansão da empresa.

Durante a solenidade, o governador ressaltou a importância dos investimentos da Cemig naquela região, como pressuposto básico para alavancar o desenvolvimento econômico do Estado.  “Essa é uma obra estratégica para o desenvolvimento de Betim, uma cidade estratégica no desenvolvimento de Minas. Talvez seja a cidade que mais cresce hoje no Estado e energia é um insumo absolutamente insubstituível para esse crescimento. A Cemig está capitalizada para fazer investimentos como esse de altíssima qualidade. É um passo além para o desenvolvimento dessa região”, disse Aécio Neves, em entrevista.

Além do governador, participaram do evento o vice-governador Antonio Anastasia, o presidente da Cemig, Djalma Moraes, o vice-prefeito de Betim, Alex Amaral, prefeitos de municípios vizinhos, deputados estaduais e lideranças políticas locais.

A Subestação Betim 5 é alimentada em 138 kV, a partir da subestação de Barreiro 1 e da UTE Igarapé 1, com capacidade instalada de 75 MVA, que pode abastecer uma região com 150 mil consumidores. Além disso, a subestação também está preparada para expansões futuras e pode aumentar sua capacidade também para até 100 MVA. A subestação de Betim 5 é a maior subestação abaixadora para média tensão construída pela Cemig nos últimos 10 anos.

“Esse é mais um investimento da Cemig que vai permitir aumentar o índice de confiabilidade do sistema, além de garantir a qualidade no fornecimento de energia”, disse o presidente da empresa, Djalma Morais. E completou, “o investimento será de mais de R$ 300 milhões. Com isso, nós estaremos atingindo quase R$ 3 bilhões de investimento social, dirigido àquela população desprotegida, população marginalizada”.

Cresce Minas

Um dos programas estruturadores do Governo do Estado, o Cresce Minas está sendo implantado pela Cemig desde 2006, com investimento de R$ 750 milhões, sendo R$ 650 milhões da Cemig e R$ 100 milhões financiados pela Eletrobrás. Em 2009 foram aplicados R$ 150 milhões em linhas de distribuição e subestações, e R$ 61 milhões em média e baixa tensão.

O programa tem como principal objetivo atender o crescimento do mercado de Minas e a recuperação e manutenção dos níveis de qualidade de serviço dentro dos parâmetros regulatórios. Em 2010 estão previstos investimentos de R$ 170 milhões em subtransmissão e de R$ 51 milhões em redes.

Até o fim do ano, o Cresce Minas beneficiará 310 municípios (40% do total de municípios da área de concessão da Cemig), com quatro milhões de habitantes e 1,1 milhão de consumidores, e irá gerar, até sua conclusão, aproximadamente mil empregos diretos.

Expansão

A Cemig está em pleno processo de expansão no Brasil e no exterior, com mais de 10 milhões de consumidores. A empresa é líder no mercado brasileiro, quinta maior geradora de energia do país. Ela opera um parque gerador de energia formado por 57 usinas.

A holding Cemig é formada por 49 empresas e 10 consórcios, atuando em 19 estados brasileiros e no Chile, em todos os segmentos do setor de energia elétrica – geração, transmissão, distribuição e comercialização –, assim como na exploração e distribuição de gás natural, telecomunicações e eficiência energética.

Desde o início de 2006 a Cemig inaugurou quatro usinas em Minas; Irapé, Aimorés, Capim Branco I e Capim Branco II, com investimentos de R$ 2,8 bilhões. Desse total, R$ 1,7 bilhão foram aplicados pela Cemig e pelo Governo de Minas.

Em 2009 a Cemig inaugurou duas usinas, a Usina Hidrelétrica Baguari, no Vale do Rio Doce, em Minas Gerais, e o Parque Eólico de Praias de Parajuru, no Ceará, com a capacidade instalada de 140 e 28,8 MW, respectivamente. O seu desenvolvimento recente fez com que o valor de mercado da companhia passasse de R$ 4 bilhões para R$ 16 bilhões, desde 2003.

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